
O Marrocos procura uma solução à questão do Sara que serve, não somente a população local e aos Marroquinos detidos nos campos, mas igualmente a integração magrebina e a normalização das relações com a Argélia, bem como a segurança e a estabilidade de toda a região, indicou o ministro dos Negócios estrangeiros e a Cooperação, o Sr. Taieb Fassi Fihri. Numa entrevista publicada Sexta-feira no diário "Al Ahdath Al Maghribia".
O Sr. Fassi Fihri exprimiu o seu desejo de ver a Argélia e o polisario tomar em consideração a mudança ocorrida nas Nações Unidas e a comunidade internacional.
“Há um acordo sobre a continuação do processo das negociações e "vamos esperar a avaliação do Reino do Marrocos em Abril próximo", a visita do enviado pessoal do secretário geral das Nações Unidas para o Sara, o Sr. Peter Van Walsum e o relatório do secretário geral da O.N.U, sublinhamos o Sr. Fassi Fihri, precisando que o Marrocos tem confiança nos relatórios e as propostas deste último.
As negociações, acrescentou, prosseguir-se-ão aquando do quarto arredondamento que levarão sobre dois pontos essenciais a saber a aplicação das duas resoluções da ONU 1754 e 1783 e o exame de certas questoes relativas à autonomia como foi o caso quando do segundo arredondamento.
E quando do terceiro arredondamento das negociações, a delegação marroquina abordou, oficialmente, as instituições e as prerrogativas regionais programadas no âmbito da iniciativa de autonomia proposta pelo Marrocos, precisou o Sr. Fassi Fihri.
O ministro considerou que a legitimidade internacional e as resoluções do Conselho de segurança bem como as pressões e posições dos vários países influentes ou irmãos são capazes de conduzir o polisario a aceitar o plano de autonomia.
O interrogado sobre as preocupações do Marrocos de ver o processo de Manhasset constituir uma nova crise ou tornar-se uma rotina, Sr. Fassi Fihri indicou que é provável que ele esteja acrescentado " isto é o objectivo das outras partes", ao frisar que estas negociações são uma nova etapa, que intervem apois a comunidade internacional recomendar a todas as partes que tomem as suas responsabilidades e iniciativas.
O Marrocos respondeu, por sua vez, favoravelmente à esta chamada, afirmou. Estes arredondamentos de negociações permitiram ao Reino explicar, primeiro, a importância da iniciativa marroquina, com base nas resoluções do conselho de segurança e a decisão importante da Assembleia geral da O.N.U, e seguidamente, de pôr a luz sobre as grandes linhas desta iniciativa.
O responsável indicou que o terceiro arredondamento foi igualmente a ocasião de evocar directamente o que representa o polisario para a maioria do Sahraouis, que vive em Marrocos desfrutando de sua cidadania política, económica e social desde décadas tanto quanto seus antepassados.
Acrescentando que foi igualmente a ocasião de apresentar, na frente das Nações Unidas, certos indicadores sobre que suportam os marroquinos nos campos, que são privados do seu direito, mais simples, de expressão e circulação.
O Sr. Ministro Fassi Fihri lamentou igualmente a posição bloqueada do polisario e da Argélia, aquando das negociações directas, e que não satisfez favoravelmente o pedido da comunidade internacional e às resoluções do conselho de segurança.
O Marrocos fez "um passo importante, corajoso e histórico", sublinhou o ministro, acrescentando que a outra parte deveria fazer do mesmo modo, a fim de chegar à uma solução aceitàavel por todos. Nenhuma alternativa pode ser encarada fora de esta solução consensual única que é a autonomia.
Resumindo que o Marrocos ao esperar esta solução prossegue a sua estratégia de desenvolvimento regional em conformidade com as orientações contidas no discurso real de Agadir do ano passado, no qual o Soberano abriu a via na frente da regionalização de maneira geral.
Fontes:
http://www.corcas.com/
http://www.sahara-online.net/
http://www.sahara-developpement.com/
http://www.sahara-social.com/
http://www.sahara-villes.com/
http://www.sahara-culture.com/
O Sr. Fassi Fihri exprimiu o seu desejo de ver a Argélia e o polisario tomar em consideração a mudança ocorrida nas Nações Unidas e a comunidade internacional.
“Há um acordo sobre a continuação do processo das negociações e "vamos esperar a avaliação do Reino do Marrocos em Abril próximo", a visita do enviado pessoal do secretário geral das Nações Unidas para o Sara, o Sr. Peter Van Walsum e o relatório do secretário geral da O.N.U, sublinhamos o Sr. Fassi Fihri, precisando que o Marrocos tem confiança nos relatórios e as propostas deste último.
As negociações, acrescentou, prosseguir-se-ão aquando do quarto arredondamento que levarão sobre dois pontos essenciais a saber a aplicação das duas resoluções da ONU 1754 e 1783 e o exame de certas questoes relativas à autonomia como foi o caso quando do segundo arredondamento.
E quando do terceiro arredondamento das negociações, a delegação marroquina abordou, oficialmente, as instituições e as prerrogativas regionais programadas no âmbito da iniciativa de autonomia proposta pelo Marrocos, precisou o Sr. Fassi Fihri.
O ministro considerou que a legitimidade internacional e as resoluções do Conselho de segurança bem como as pressões e posições dos vários países influentes ou irmãos são capazes de conduzir o polisario a aceitar o plano de autonomia.
O interrogado sobre as preocupações do Marrocos de ver o processo de Manhasset constituir uma nova crise ou tornar-se uma rotina, Sr. Fassi Fihri indicou que é provável que ele esteja acrescentado " isto é o objectivo das outras partes", ao frisar que estas negociações são uma nova etapa, que intervem apois a comunidade internacional recomendar a todas as partes que tomem as suas responsabilidades e iniciativas.
O Marrocos respondeu, por sua vez, favoravelmente à esta chamada, afirmou. Estes arredondamentos de negociações permitiram ao Reino explicar, primeiro, a importância da iniciativa marroquina, com base nas resoluções do conselho de segurança e a decisão importante da Assembleia geral da O.N.U, e seguidamente, de pôr a luz sobre as grandes linhas desta iniciativa.
O responsável indicou que o terceiro arredondamento foi igualmente a ocasião de evocar directamente o que representa o polisario para a maioria do Sahraouis, que vive em Marrocos desfrutando de sua cidadania política, económica e social desde décadas tanto quanto seus antepassados.
Acrescentando que foi igualmente a ocasião de apresentar, na frente das Nações Unidas, certos indicadores sobre que suportam os marroquinos nos campos, que são privados do seu direito, mais simples, de expressão e circulação.
O Sr. Ministro Fassi Fihri lamentou igualmente a posição bloqueada do polisario e da Argélia, aquando das negociações directas, e que não satisfez favoravelmente o pedido da comunidade internacional e às resoluções do conselho de segurança.
O Marrocos fez "um passo importante, corajoso e histórico", sublinhou o ministro, acrescentando que a outra parte deveria fazer do mesmo modo, a fim de chegar à uma solução aceitàavel por todos. Nenhuma alternativa pode ser encarada fora de esta solução consensual única que é a autonomia.
Resumindo que o Marrocos ao esperar esta solução prossegue a sua estratégia de desenvolvimento regional em conformidade com as orientações contidas no discurso real de Agadir do ano passado, no qual o Soberano abriu a via na frente da regionalização de maneira geral.
Fontes:
http://www.corcas.com/
http://www.sahara-online.net/
http://www.sahara-developpement.com/
http://www.sahara-social.com/
http://www.sahara-villes.com/
http://www.sahara-culture.com/
